Estação Leopoldina -

Estação Leopoldina

As dicas para o final de semana em São Paulo, 05/01

Comece o ano muito bem: roteiro traz brunch, parrila argentina, comida italiana, cerveja artesanal, vinho, livro, filme

Da redação - Publicado em 05/01/2018, às 09h30

Sábado e domingo, em São Paulo, é sempre repleto de atrações para comer, beber e passear. Garimpamos algumas dessas opções, baseados nas nossas andanças, pesquisas e apurações feitas para a produção das edições da revista Sabor.club. 


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PARA CAFÉ



Petí – aos finais de semana na casa do jovem e inspirado Victor Dimitrow, instalada na Escola Panamericana de Artes, já são famosas e disputadas. Tudo por conta de um brunch com iguarias como o waffle de queijo com carne de porco desfiada e ovo estalado, coquetel de camarão com pão de leite e até batata frita – sim, acaba figurando quase como uma refeição. Na ocasião, o menu é a la carte com pratos que variam entre R$12 e R$28.
Avenida Angélica 1.900, 4º andar, Higienópolis, Tel.: (11) 3661-9685



Santo Pãomisto de padaria à brasileira, café à la française e deli americana, o espaço aposta em receitas que nos remetem à memória afetiva. Um bom exemplo disso é que a quiche agora dá lugar tortas caseiras como a de frango com requeijão e a de legumes. Para começar bem o dia ou para fominhas, tapioca e pão de queijo. No balcão, vitrine de doces, bolos e pães que casam bem com o espresso bem tirado, chás e sucos. 
Rua Padre João Manuel, 968, Jardim Paulista, Tel.: 11 2309-5594


PARA COMER


Mondo – a mais recente empreitada do chef Salvatore Loi, do Moma, também na capital, é um hibrido de restaurante e empório. No menu, o cozinheiro italiano imprime a sua raiz e mescla pitadas de criatividade, caso da burrata em crosta de azeitonas pretas e chocolate branco ou nos gnocchi inteiriços recheados com vitelo e servidos com um creme de carbonara. Algumas das criações, aparecem no empório, para comer em casa.
Rua Oscar Freire, 30, Jardins, Tel.: (11) 3061-2787


Estação Leopoldina – boa sugestão para quem está no ABC ou arredores e também para quem é apaixonado por parrila – vale a visita mesmo se preciso for cruzar a cidade! Especializada no ‘churrasco argentino’, há cinco anos é referência na região com um menu que privilegia cortes nobres como bife de ancho, ojo de bife e baby beef. Carnes brancas, suínas, embutidos e legumes também vão para a grelha e são muito bem acompanhados por clássicos como arroz biro-biro e farofa. A casa, inclusive, realiza cursos de Mestre Parrillero para grupos fechados.  
Avenida Imperatriz Leopoldina, 420, São Bernardo do Campo, Tel. (11) 2564-7445


PARA BEBER


Trilha – eis um lugar para encontrar ótimos rótulos artesanais fresquíssimos e feitos na própria casa – que era uma cervejaria cigana e ganhou endereço fixo. Mas, o DNA é o mesmo e por isso, nada de pompas, serviço, cozinha, o que tem mesmo são 12 taps de inúmeros estilos, produzidas com esmero e competência. Bom exemplo é a juicy IPA Citra-me e com aa saison Damascus. Vale dizer, às vezes, param uns food trucks nas redondezas.
Rua Apinajés, 137, Perdizes, Tel.: (11) 4329-0193


Ovo e Uva - um projeto que foi batizado com tal nome para deixar clara a ideia de comida simples associada ao vinho. Aqui, os sommeliers Fernando Perazza e João Renato que sugerem uma grande variedade de rótulos (em taças também) com boa relação preço x prazer. Para acompanhar, experimente o arancini ou as lulinhas à provençal.
Rua Mateus Grou, 286, Pinheiros, Tel.: (11) 3085-3070


PARA VIAJAR COM OS OLHOS


Pão Quente (Jessamyn Rodriguez, Companhia das Letras, R$ 109) - a Hot Bread Kitchen é mais do que uma padaria hypada em Nova York, ela é uma operação romântica e bem-sucedida que emprega e treina gente do mundo todo tanto nas artes culinárias quanto no gerenciamento do negócio. Seu livro, lindamente tecido pela padeira Jessamyn Rodriguez, traz um conjunto de receitas que espelha a diversidade do lugar: tem pães, pratos e histórias do Marrocos, da Itália, do Nepal, do Leste Europeu. Todos explicados afetuosa e minuciosamente.


Teatro da vida (Peter Zvateck’s, Netflix) - o filme conta a história do projeto Food for Soul, do estreladíssimo chef Massimo Bottura, no qual ele faz comida para comunidades carentes, com sobra de alimentos que seriam desperdiçados. Na primeira edição da ação, o italiano contou com a colaboração de outros chefões como Alain Ducasse, René Redzepi, Mario Batali e Gastón Acurio, que fizeram receitas para o Reffetorio Ambrosiano. Bottura esteve no Brasil, durante a Rio 2016, para mais uma etapa do projeto. O filme é tocante!