Le Petit Nicolas -

Le Petit Nicolas

As dicas para o final de semana em São Paulo, 14/01

Desfrute a cidade: roteiro traz café em meio ao verde, pâtisserie francesa, sanduíches substanciosos e festival especial para os carnívoros de plantão

Da redação - Publicado em 12/01/2018, às 07h00

Sábado e domingo, em São Paulo, é sempre repleto de atrações para comer, beber e passear. Garimpamos algumas dessas opções, baseados nas nossas andanças, pesquisas e apurações feitas para a produção das edições da revista Sabor.club. 


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PARA CAFÉ

 

Cantina – o cenário aqui inclui árvores, jazz e, ao fundo, um prédio de arquitetura centenária, no caso o Museu da Imigração. Aconchegante, merece ser apreciado com tempo, pois vale muito mais do que só um pit stop depois de uma mostra de arte. Os motivos são vários: cafés bem tirados, boas comidinhas e brunch - servido às sextas, sábados, domingos e feriados e inclui delícias como o waffle de banana e aveia, coberto com a fruta, geleia de frutas vermelhas e pasta de amendoim.
Rua Visconde de Parnaíba, 1316, Mooca, Tel.: (11) 2692-1866



Le Petit Nicolas – eis um cantinho para respirar os ares dos cafés de Paris! Sob a batuta do chef francês Nicolas Saretto, é endereço obrigatório para quem é apaixonado pelas delícias da pâtisserie tradicional pelas quais o país europeu é famoso, com macaron,  croissant, pain au chocolat. Há ainda baguetes e pães artesanais para levar para casa e pratos rápidos como croque monsieur e quiche com salada.
Alameda Lorena, 1198, Jardins, Tel.: (11) 4119-0985


PARA COMER




Templo da Carne Marcos Bassi
 – a casa realiza o Festival TomaHawk, um corte que reúne o melhor do contrafilé em um grande steak individual, com generosas 500 gramas de carne. Mas, os interessados em provar tal iguaria, a dica é corra: são só 50 unidades reservadas para a ação! Sai por R$ 142, incluindo uma garrafa de Vinho chileno D’Alamel Carmenére (3/4). 
Rua Treze de Maio, 668, Bela Vista, Tel.11-3288-7045



Buzina – um dos pioneiros nesse negócio de foodtruck bacana no Brasil, virou grife no Segmento e, agora, tem lugar fixo e com jeitão de garagem. Além dos hambúrgueres que lhe renderam a fama, vale apostar no capítulo de sanduíches, que são bem pensados e executados com primor. Quer um exemplo? Pão chinês no vapor recheado de pato confitado, picles de cenoura e coentro! 
Rua Cunha Gago, 590, Pinheiros, Tel.: (11) 3853-6511


PARA BEBER




Vinum Est – projeto da sommeliére italiana Anna Rita Zainer que visa democratizar o vinho. Ao todo, reúne mais de 120 rótulos – cerca de 40 deles em taça. Dentre as opções de comidinhas, há salumeria com embutidos, tábuas de queijos e pratos de massas com molhos variados.
Rua Ferreira de Araújo, 329, Pinheiros, Tel.: (11) 3032-1918




Em casaa Sagatiba Preciosa(R$ 596) é uma edição limitada de três mil garrafas de um lote único encontrado depois de 23 anos envelhecendo em tonéis de carvalho do século 19, no Engenho Central, uma das usinas mais antigas do Brasil. A Cambuça Blanche (R$ 22), witbier que segue o tradicional estilo belga e agrega as notas selvagens do cambuci - um fruto típico do planalto paulista, o que lhe rende aromas complexos de ervas e condimentos e sabor levemente ácido.


PARA VIAJAR COM OS OLHOS 



A Cozinheira e o Guloso: Conversas de Comer e Receitas de Fazer
(Mazzô França Pinto e Thomaz Souto Corrêa, BEI, R$ 110) - “Abdmínico, alambanzado, alarve, ávido, búzera, comão, comedeiro, comedor, desgorgomilado, devorador...”. Com o verbete comilão do Dicionário Houaiss, o jornalista abre o livro. E, ao longo dele, convida quem quer que seja a ser um feliz comilão, sem recalques. São crônicas bem-humoradas sobre o tema, assim como mais de 80 receitas feitas por Mazzô, a cozinheira e coautora da obra. Pratos generosos, para serem degustados com prazer e calma. Dentre eles, arroz de pato, cuscuz de camarão e muitas quitandas, como sequilhos e pão de queijo.



Capitu vem para o jantar (Denise Godinho Verus, Record, R$ 69,90) - a autora lia Dom Casmurro quando se deparou com um citação de cocada, num dos belos momentos da obra. E pensou: por que cocada? Será que Machado de Assis gostava do doce? A pergunta deu origem a várias outras sobre outros autores e outras citações, virou pesquisa e ela se transformou no livro aqui sugerido com as receitas e as histórias por trás do cookies de O Diário de Anne Frank ou a cerveja amanteigada de Harry Potter. Divertido de ler.